terça-feira, 21 de julho de 2026

Ainda é impossível mensurar todos os danos do tornado, diz ministro

O governador Ratinho Júnior, decretou estado de calamidade pública em Rio Bonito do Iguaçu - Foto: Ari Dias/AEN
O governador Ratinho Júnior, decretou estado de calamidade pública em Rio Bonito do Iguaçu - Foto: Ari Dias/AEN

O ministro Waldez Góes disse neste domingo (9) que não é possível mensurar todos os danos. O tornado causou os estragos na região centro-sul paranaense. Rio Bonito do Iguaçu (PR) foi a cidade mais afetada. Outras 11 cidades sofreram estragos.

A equipe do governo federal visitou áreas. Eles avaliaram a extensão do desastre neste domingo. O ministro disse que, agora, é tempo de solidariedade e ação. É necessário ajudar as pessoas. O governo deve restabelecer serviços públicos e privados. Isto permitirá reconstruir o que foi destruído.

Ele afirmou: “É preciso apoiar as famílias que precisam de assistência. Isso inclui saúde, alimentação e abrigo.”

De acordo com a Defesa Civil, 90% da área urbana sofreu estragos. Isso ocorreu na infraestrutura de Rio Bonito do Iguaçu. O tornado deixou seis mortos. Cinco vítimas morreram em Rio Bonito do Iguaçu. A última morte ocorreu em Guarapuava.

Urgência na Alocação de Recursos

Embora não tenha a extensão total do desastre, o ministro defendeu a alocação urgente de recursos. Ele prioriza infraestrutura emergencial. Isso visa a retomada dos serviços essenciais.

Ele disse: “A minha equipe pôde medir, de ontem para hoje, uma necessidade. Precisamos de, pelo menos, R$ 15 milhões. Este valor é para construir uma nova escola e um ginásio.”

Ele afirmou que as equipes federais fazem trabalho em campo. Elas avaliam a quantidade de casas destruídas. Também analisam outros patrimônios que precisarão de reconstrução.

Orientação e União de Esferas

Segundo Góes, a orientação é clara. As prefeituras devem solicitar recursos de emergência o quanto antes. Isso deve ocorrer antes do balanço total da destruição. Ele explicou: “Se há informação de uma escola destruída. Se existe um orçamento, já é possível empenhar esse recurso.”

O ministro pediu, ainda, união das três esferas. União, Estado e municípios devem trabalhar juntos. Isso agilizará o atendimento às necessidades. Ele garantiu: “Nós não temos problema de recepcionar nenhuma demanda.”

Ele completou: “O presidente Lula determina que reconstruamos a cidade. Outras cidades afetadas também terão ajuda. Ele determinou isso a mim e a outros ministros.”

Segundo o Ministério, a diretora do INSS está na cidade. Lea Bressy Amorim avaliará a antecipação de pagamentos. Ela estudará outros auxílios.

Outra ação imediata do governo foi a mobilização da Força Nacional do SUS. A equipe é composta por médico sanitarista e enfermeiro. Também inclui analista de logística e especialista em saúde mental.

Em relação à energia elétrica, a Copel informou a situação. A Copel é a empresa do Paraná. Ela restabeleceu 49% da rede elétrica.

O governador Ratinho Júnior decretou calamidade pública. Isso ocorreu em Rio Bonito do Iguaçu. A decisão permite gastos emergenciais. Isso facilita, ainda, o acesso a verbas federais. Fonte: Agência Brasil.

 

 

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