terça-feira, 21 de julho de 2026

Alcolumbre mantém votação da CPMI do INSS que convoca filho de Lula

Foto: Carlos Moura/Agência Senado
Foto: Carlos Moura/Agência Senado

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve a votação da CPMI do INSS após análise técnica do quórum. O painel eletrônico registrou 31 parlamentares presentes no momento da deliberação oficial.

Nesse sentido, a rejeição dos requerimentos exigiria o voto contrário de pelo menos 16 membros. Portanto, os 14 votos dos governistas não atingiram a maioria necessária para anular o pleito.

A decisão valida a aprovação de 87 requerimentos, incluindo a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva.

 

Fundamentação e rito regimental

A base governista apresentou o recurso na última quinta-feira (26/2) com fotos e vídeos da sessão. Contudo, a Advocacia do Senado e a Secretaria-Geral da Mesa confirmaram a regularidade do processo simbólico.

Além disso, Davi Alcolumbre destacou que o funcionamento das comissões deve respeitar rigorosamente o princípio da colegialidade.

O presidente concluiu que Carlos Viana não violou as normas regimentais de forma evidente. Inclusive, a análise técnica reforçou que o rito seguiu os padrões estabelecidos pela casa.

 

Decisão final da presidência

O número de opositores levantados na votação permaneceu abaixo da metade dos presentes. Por consequência, a presidência rejeitou as alegações de irregularidade no quórum da comissão.

Por fim, o senador negou a necessidade de intervenção da Mesa do Congresso Nacional no caso. Assim, os trabalhos da CPMI prosseguem conforme o cronograma oficial estabelecido anteriormente.

Deste modo, a quebra de sigilo aprovada segue válida perante o colegiado. Fonte: Agência Senado.

 

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