domingo, 19 de julho de 2026

Aliado de Donald Trump chama brasileiras de “prostitutas” e “raça maldita”

Foto: Reprodução/Congresso em Foco
Foto: Reprodução/Congresso em Foco

 

O enviado especial dos Estados Unidos, Paolo Zampolli, proferiu ataques graves contra as mulheres brasileiras. Ele utilizou termos ofensivos como “prostitutas” e “raça maldita” em entrevista à TV italiana RAI.

O diplomata afirmou que as brasileiras nascem “programadas para causar confusão”. Dessa forma, a fala gerou indignação imediata pela agressividade e pelo preconceito explícito.

O conteúdo da entrevista repercutiu negativamente em diversos canais internacionais. Inclusive, o ataque ocorreu enquanto Zampolli mencionava sua ex-esposa, a modelo brasileira Amanda Ungaro.

O ex-casal enfrenta uma disputa judicial intensa pela guarda do filho adolescente nos Estados Unidos. A modelo acusa o enviado especial de abuso sexual e violência doméstica.

Ela também denuncia o uso de influência política para tentar sua deportação. Assim, o conflito familiar transbordou para ofensas generalizadas contra toda uma nacionalidade.

 

Conexões políticas e polêmicas judiciais

O jornalista questionou se a suposta confusão seria uma característica genética das mulheres do Brasil. Certamente, o entrevistado confirmou sua visão preconceituosa e passou a xingar as amigas da ex-esposa.

Paolo Zampolli mantém uma aliança próxima com o presidente norte-americano Donald Trump. Nesse contexto, o empresário foi o responsável por apresentar a primeira-dama Melania Trump ao marido

Sua posição oficial eleva a gravidade das declarações misóginas registradas. O programa de televisão italiano investigava as ligações de Zampolli com o caso Jeffrey Epstein. Por exemplo, arquivos do governo norte-americano apontam conexões do diplomata com esquemas de tráfico sexual.

Embora ele negue as acusações de abuso, as declarações recentes pioram sua imagem pública. Logo, o caso agora atrai a atenção de grupos de defesa dos direitos humanos.

O episódio reforça a necessidade de combater o preconceito de gênero em esferas governamentais. Fonte: Congresso em Foco

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