terça-feira, 21 de julho de 2026

Ceará recebe os primeiros 26 veículos para transporte intermunicipal de pacientes

Foto: Walterson Rosa / MS
Foto: Walterson Rosa / MS

 

O Governo Federal deu um passo decisivo para assegurar o tratamento de pacientes que dependem de radioterapia e hemodiálise em cidades distantes de suas residências.

Por meio do programa Agora Tem Especialistas, o Ministério da Saúde entregou, no último sábado (18/4), os primeiros 26 veículos de transporte sanitário ao estado do Ceará.

A iniciativa, batizada de Caminhos da Saúde, utilizou R$ 15,2 milhões em recursos federais para a aquisição desses micro-ônibus modernos e equipados.

Esses veículos transportarão pacientes do SUS para municípios localizados a mais de 50 km de onde moram, garantindo que a distância não seja um impedimento para a cura.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou em Fortaleza que o transporte digno é essencial para evitar o abandono de tratamentos oncológicos e renais.

A inovação permite que as ambulâncias municipais fiquem exclusivas para casos de urgência e emergência, enquanto os micro-ônibus realizam o fluxo contínuo de eletivos.

 

Redução de distâncias e continuidade do tratamento

No Ceará, a logística de saúde é um desafio geográfico, já que muitos cidadãos percorrem até 350 km para acessar centros especializados em Sobral, Barbalha ou na própria capital.

Atualmente, cerca de 14 mil pacientes e acompanhantes sofrem com a incerteza do deslocamento para sessões de radioterapia.

Com a nova frota, o Governo do Brasil assegura um serviço gratuito e pontual, eliminando interrupções causadas pela falta de logística adequada.

Posteriormente à etapa inicial em solo cearense, a iniciativa Caminhos da Saúde se estenderá para as demais Unidades da Federação a partir da próxima semana.

Da mesma forma, o uso de micro-ônibus com capacidade para 30 pessoas otimiza os custos operacionais dos municípios e aumenta o conforto dos usuários durante as longas viagens.

Ademais, a acessibilidade dos veículos garante que pacientes com mobilidade reduzida também usufruam do benefício em 2026.

 

 

 

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