O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, convocou uma reunião com os ministros da Corte para esta quinta-feira (13/2). O encontro ocorrerá na sala da presidência às 16h.
O objetivo central é tratar do relatório da Polícia Federal (PF) sobre as investigações do Banco Master. Nesse contexto, o documento cita nominalmente o ministro Dias Toffoli, o que motivou a urgência da conversa.
Detalhes das investigações da polícia federal
A princípio, a PF informou ao STF que encontrou o nome de Toffoli em uma mensagem no celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O aparelho foi apreendido durante uma operação de busca e apreensão.
Todavia, o conteúdo exato da menção permanece sob segredo de Justiça. Diante desse cenário, Fachin iniciou um processo interno e já notificou Toffoli para que ele apresentasse sua defesa oficial.
Além disso, caberá exclusivamente ao presidente do STF decidir se Toffoli permanecerá como relator do caso Banco Master. Paralelamente, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, também recebeu o relatório para análise.
Durante a reunião de hoje, Fachin dará ciência aos demais ministros sobre as provas entregues e os argumentos da defesa. Dessa maneira, a Corte busca agir com transparência institucional.
Controvérsias e o resort Tayayá
É importante recordar que Toffoli já enfrentava críticas por relatar o caso após revelações sobre um fundo de investimento ligado ao banco. Segundo informações jornalísticas, esse fundo adquiriu participação no resort Tayayá, no Paraná, que pertencia a familiares do ministro.
Em resposta, Toffoli divulgou uma nota confirmando ser sócio do empreendimento. No entanto, ele negou veementemente ter recebido qualquer valor de Daniel Vorcaro. Fonte: Agência Brasil.








