O Nordeste alcançou o maior volume de vendas ao mercado internacional dos últimos três anos. Primeiramente, a região exportou US$ 24,8 bilhões em produtos, o que representa 7% de toda a exportação brasileira. Atualmente, os dados do Data Nordeste, plataforma da Sudene, indicam uma economia regional mais robusta e menos dependente do exterior. Além do avanço nas vendas, as importações nordestinas recuaram 5% no último ano.
Nesse sentido, os produtos do reino vegetal lideraram a pauta de vendas, somando US$ 6,9 bilhões. Em seguida, os minerais e os produtos das indústrias alimentares ganharam destaque no cenário global. De fato, a China permanece como o principal destino das mercadorias nordestinas, seguida por Estados Unidos e Canadá. Portanto, a região consolida sua posição como um polo exportador de commodities e alimentos processados.
Desempenho por estado e importações
A Bahia liderou o ranking regional com US$ 11,52 bilhões em vendas externas. Maranhão e Pernambuco aparecem na sequência, seguidos de perto pelo Ceará, que exportou US$ 2,30 bilhões. Consequentemente, o equilíbrio entre os estados demonstra o potencial produtivo de toda a federação nordestina. Inclusive, o Rio Grande do Norte e o Piauí também registraram números significativos para suas balanças comerciais.
No panorama das importações, os produtos minerais ainda dominam as compras, representando quase 40% do total. Atualmente, os Estados Unidos são o principal fornecedor da região, seguidos pela China e pela Rússia. No entanto, a redução global nas importações sugere um fortalecimento das cadeias produtivas internas. Assim, o Nordeste busca equilibrar sua balança comercial com maior valor agregado nos produtos locais.
O Papel do data Nordeste
A Sudene desenvolveu o Data Nordeste para organizar estatísticas estratégicas e facilitar a tomada de decisão. Primeiramente, a plataforma reúne painéis públicos que mapeiam o fluxo de riqueza da região. De fato, o acesso fácil a esses dados atrai novos investidores e orienta políticas públicas de desenvolvimento econômico. Por fim, o monitoramento constante permite que o Nordeste antecipe tendências do comércio exterior. Fonte:Sudene.




