A Polícia Federal determinou, primeiramente, o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão. Essa decisão ocorre, portanto, após a cassação de seu mandato como deputado federal. O ato oficial foi publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 2 de janeiro.
A corporação declarou, aliás, a cessação do seu afastamento para exercício de mandato eletivo. O político está, entretanto, foragido em território norte-americano no presente momento. Ele deve, consequentemente, retomar suas funções na carreira policial original.
A cassação do seu mandato aconteceu, de fato, no dia 18 de dezembro. O motivo foi, visto que, a ausência não justificada em sessões deliberativas da Câmara. Anteriormente, em março, Eduardo fugiu para os Estados Unidos e pediu licença parlamentar.
Essa licença terminou, contudo, em julho, mas o parlamentar não retornou ao Brasil. O presidente da Câmara rejeitou, assim, sua indicação para líder da minoria. Isso ocorreu, por conseguinte, devido à sua ausência física do território nacional.
Eduardo Bolsonaro é, além disso, réu em um processo no Supremo Tribunal Federal. A acusação envolve, portanto, a promoção de sanções contra o próprio país. Essa ação visava, supostamente, evitar o julgamento de seu pai por trama golpista.
A Polícia Federal aguarda, então, a apresentação do servidor para o exercício de suas funções. A situação gera, por fim, um novo impasse jurídico e administrativo para o ex-parlamentar. Fonte: Agência Brasil.







