O Parque Estadual do Cocó sediou a segunda edição do evento Caatinga Viva neste domingo.
Centenas de famílias participaram de uma programação voltada à valorização do único bioma exclusivamente brasileiro. Além disso, a iniciativa reuniu instituições públicas, o setor produtivo e organizações da sociedade civil em Fortaleza.
O espaço transformou-se em um grande ambiente de conscientização sobre a riqueza do semiárido. Portanto, o evento aproximou diferentes gerações das pautas de conservação ecológica.
Inclusive, o público aproveitou atividades lúdicas como teatro de fantoches e oficinas de pintura. Logo, as crianças aprenderam sobre biodiversidade por meio da versão ampliada do jogo “Somos a Floresta”.
A distribuição de mudas incentivou a prática do plantio doméstico entre os visitantes. De fato, a exposição temática revelou o potencial social e econômico presente na vegetação nativa.
A educação ambiental aconteceu de forma leve e interativa durante todo o dia.
Desenvolvimento e bioeconomia
O diretor financeiro da FIEC, Edgar Gadelha, destacou que a preservação impulsiona a agenda de desenvolvimento. Certamente, a cadeia produtiva da carnaúba exemplifica como a bioeconomia gera emprego e renda no Nordeste.
O gestor reforçou que a conservação e o crescimento econômico precisam caminhar juntos. Nesse contexto, o projeto conta com a parceria da Petrobras e o patrocínio do SESI Ceará.
A união de esforços fortalece a responsabilidade social das indústrias cearenses. Afinal, iniciativas como essa preparam as novas gerações para tomarem decisões mais responsáveis no futuro.
O superintendente Paulo André Holanda ressaltou a resiliência da Caatinga como símbolo do povo cearense. Embora muitos associem o bioma apenas à seca, o evento revelou uma natureza vibrante e cheia de possibilidades.
O Sistema FIEC reafirma o compromisso com a formação cidadã e a sustentabilidade. Por fim, a integração entre conhecimento e mobilização garante melhores condições para o amanhã.
Parceria pela sustentabilidade
A secretária Vilma Freire lembrou que a Caatinga ocupa cerca de 90% do território estadual. Nesse sentido, o Governo do Estado defende ações permanentes para proteger a água e a biodiversidade local.
A união entre poder público e sociedade civil constrói transformações reais na gestão ambiental. Inclusive, a coordenadora Kelly Cristina destacou a importância de mudar a percepção popular sobre o ecossistema.
Conhecer a riqueza da fauna e flora é o primeiro passo para protegê-las com eficácia. Logo, cada atividade realizada no parque teve o propósito de despertar o sentimento de pertencimento. Afinal, proteger o patrimônio natural é uma missão coletiva que exige vigilância constante.
Assim, o Caatinga Viva consolidou-se como um marco de educação e cidadania na capital. Por fim, o evento encerrou as atividades com a promessa de expandir as ações de reflorestamento.
O Ceará avança na liderança das pautas de preservação ambiental no país.




