O curso Cuiambá foi realizado em uma rede de parcerias institucionais entre a UVA, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), por meio do Programa Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica (PARFOR), o Conselho Indígena Tremembé de Almofala, a Secretaria de Educação do Estado do Ceará, a Secretaria Municipal de Educação de Itarema e a Igreja Metodista do Brasil. O corpo docente contou com a participação de professores indígenas e mestres da cultura Tremembé, oriundos da UVA, Universidade Estadual do Ceará (UECE), Instituto Federal do Ceará (IFCE), Faculdade Luciano Feijão (FLF), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade de Fortaleza (Unifor), além das Universidades Federais do Piauí, Rio Grande do Norte e Pernambuco.
Na UVA, o Magistério Intercultural Tremembé conta com a coordenação da professora Adriana Campani. De acordo com a docente, o curso Cuiambá nasceu nas Aldeias Indígenas Tremembé e a UVA o reconheceu, acolheu, protegeu e foi co-gestora em seu desenvolvimento. “O Cuiambá nasceu da Extensão para o Ensino e a Pesquisa, assim a Universidade foi aprendendo a fazer interculturalidade”, destaca.
Na avaliação da professora Adriana, a Reitoria da Universidade, a Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) e a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEX) foram fundamentais no processo de reconhecimento, acolhimento e permanência do Cuiambá na UVA, por meio da institucionalização do projeto pedagógico, da realização do processo seletivo diferenciado, da descentralização da assistência estudantil para atender as especificidades dos alunos e alunas indígenas e o reconhecimento de um percurso acadêmico diferenciado. Com informações da UVA.







