terça-feira, 21 de julho de 2026

600 estudantes de 100 municípios participam do Ceará Científico 2025 

Ao todo, 259 projetos, distribuídos em 187 escolas, participaram entre as quatro categorias do evento - Foto: Thiago Gaspar/Casa Civil.
Ao todo, 259 projetos, distribuídos em 187 escolas, participaram entre as quatro categorias do evento - Foto: Thiago Gaspar/Casa Civil.

 

Com o objetivo de incentivar e apoiar o ensino científico nas escolas, o Governo do Estado iniciou o Ceará Científico 2025. Essa iniciativa se deu por meio da Secretaria da Educação (Seduc). O evento, por sua vez, começou nesta quinta-feira (4 de dezembro).

Ao todo, 259 projetos, envolvendo 611 estudantes, participaram do evento. Eles vieram, portanto, de 187 escolas em 100 municípios cearenses. Neste ano, o tema geral adotado foi: “Saberes científicos em tempos de crise climática global”. Finalmente, o governador Elmano de Freitas comandou a solenidade no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

 
Histórico e Reconhecimento da Seduc

Promovido pela Seduc desde 2007, o Ceará Científico começou como Feira de Ciências. A partir de 2016, entretanto, ele passou a ter o formato atual. Este novo formato, então, culmina na Etapa Estadual.

A titular da Seduc, Eliana Estrela, agradeceu ao governador Elmano de Freitas. Ela reconheceu, com efeito, os esforços feitos em prol da educação. Ela disse: “Queria agradecer ao nosso governador por toda dedicação”. Ela destacou que, além disso, ele “acredita e incentiva os projetos científicos”. Em conclusão, ela afirmou que a juventude tem potencial e faz grandes descobertas.

O Ceará Científico estrutura seus projetos em quatro categorias. Tais categorias são voltadas a diferentes perfis de estudantes. Em cada uma delas, os alunos podem desenvolver trabalhos. Estes trabalhos se concentram nas cinco áreas de pesquisa do evento. Essas áreas, por fim, orientam o processo investigativo dos estudantes.

 

 

Juventude e Inovação

Em Cascavel, João Pedro Monteiro e Jordana Mendonça desenvolveram dois produtos. Esses produtos visam, fundamentalmente, auxiliar produtores em geral. “Trata-se de duas películas de umidade do solo, sendo que foram feitas com cascas e restos de maracujá”, explicou João. A dupla, atualmente, estuda na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Marconi Coelho.

“O Brasil é um dos maiores produtores de maracujá”, lembrou o aluno. Em seguida, ele completou: “Sabendo disso, e portanto observando que essa matéria-prima estava sendo descartada em nossa comunidade, decidimos criar esse produto”. Ele detalhou, ademais, que uma película é elaborada por fermentação e a outra, por sua vez, com hidrogel.

Graças a estas películas, diversos produtores poderão manter a vida útil do solo por mais tempo. Adicionalmente, elas podem suportar altas temperaturas. Consequentemente, essa tecnologia preservará o uso de água.

 

Reconhecimento e Importância

Durante o evento, o Governo também premiou unidades de ensino com o Selo Escola Sustentável. Com efeito, este programa é uma certificação estadual. O Selo reconhece, prioritariamente, ações e projetos pedagógicos bem-sucedidos. Seu foco principal é, portanto, a educação ambiental e a sustentabilidade.

A secretária do Meio Ambiente e Mudança Climática, Vilma Freire, salientou a importância do selo e do incentivo. Ela destacou: “O nosso governador Elmano tem revolucionado o Ceará com diversas políticas públicas”. Ela concluiu que, para a comunidade, “esse selo significa muito mais que uma premiação”. Ela agradeceu, por fim, aos professores, alunos e comunidade escolar.

Neste ano, os grupos participantes do Selo foram compostos por:

  • Escolas Estaduais de Ações Afirmativas (Indígenas, Quilombolas, Regulares em Áreas de Assentamento e Escolas de Família Agrícola);

  • Centros de Educação de Jovens e Adultos (Cejas);

  • EEEPS.

Fonte: governo estadual. 

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