A Polícia Federal prendeu, primeiramente, Filipe Martins em Ponta Grossa nesta sexta-feira. O ex-assessor cumpria, portanto, prisão domiciliar desde o último sábado. A nova detenção foi, aliás, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes. Martins foi condenado, visto que, a 21 anos de prisão por trama golpista.
O magistrado justificou, desse modo, a medida preventiva devido ao descumprimento de regras. O réu teria, assim, utilizado redes sociais de forma proibida pela justiça.
Essas circunstâncias evidenciam, segundo Moraes, o total desprezo do réu pelo sistema jurídico. Filipe Martins não estaria, consequentemente, respeitando as normas impostas anteriormente. Por outro lado, a defesa do ex-assessor nega veementemente qualquer irregularidade cometida.
O advogado Jeffrey Chiquini afirmou, portanto, que o cliente cumpria as ordens de forma exemplar. Ele argumentou, ainda, que Martins nunca recebeu advertências prévias por seu comportamento.
A defesa classificou, por conseguinte, a decisão do Supremo Tribunal Federal como uma vingança pessoal. Para o advogado, trata-se, de fato, do início antecipado do cumprimento da pena.
Moraes manteve, entretanto, a convicção de que o monitoramento domiciliar era insuficiente. A prisão preventiva visa, assim, garantir a ordem e o respeito às decisões judiciais. O caso seguirá, finalmente, para novas etapas de análise dentro do processo criminal. Fonte: Agência Brasil.








