terça-feira, 21 de julho de 2026

Ataque dos EUA na Venezuela deixa pelo menos 40 mortos, incluindo idosa

Ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela - Foto: Divulgação/DCM
Ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela - Foto: Divulgação/DCM

 

O ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorrido no último sábado (3 de janeiro de 2026), deixou um rastro de destruição e morte em Caracas. Dessa forma, relatos de oficiais venezuelanos e da imprensa internacional, como o The New York Times, confirmam que ao menos 40 a 80 pessoas morreram na ofensiva. Nesse sentido, o bombardeio abriu caminho para a captura do presidente Nicolás Maduro, que agora está sob custódia em Nova York.

 

Vítimas Civis e Impacto em Caracas

Com efeito, os bombardeios atingiram áreas residenciais próximas a alvos estratégicos, como o aeroporto de Caracas e o Forte Tiuna. Portanto, famílias inocentes sofreram as consequências diretas do uso da força em solo urbano.

  • Caso Emblemático: Uma idosa de 80 anos, Rosa González, morreu dentro de seu apartamento atingido durante a madrugada. Inclusive, seu sobrinho, Wilman González, relatou à imprensa que a explosão destruiu completamente o lar da família por volta das 2h da manhã.

  • Cenário de Destruição: Moradores de edifícios vizinhos relataram ferimentos graves e a perda total de seus pertences. Além disso, as autoridades locais ainda trabalham para consolidar o número final de feridos, que pode ser muito superior aos dados iniciais.

Sendo assim, a ação foi fruto de um planejamento ultrassecreto que durou meses, envolvendo ensaios em réplicas de locais estratégicos.

 

 

Maduro sendo capturado pelos EUA – Foto: Divulgação/DCM. 

 

A Operação Resolução Absoluta, executada no sábado (3 de janeiro de 2026), revelou um nível de planejamento militar raramente visto na história recente. Dessa forma, detalhes divulgados pela agência Reuters mostram que o Pentágono e a CIA prepararam o terreno por meses para garantir a captura de Nicolás Maduro. Nesse sentido, o sucesso da incursão dependeu de uma combinação entre espionagem interna e simulações táticas de alta precisão.

 
O Planejamento da Força Delta e da CIA

Com efeito, os militares da Força Delta construíram uma réplica exata do esconderijo fortificado de Maduro para treinar a invasão. Para tanto, uma equipe reduzida da CIA operou infiltrada na Venezuela desde agosto de 2025 para mapear cada passo do presidente. Inclusive, a agência contava com um “ativo” (espião) no círculo íntimo de Maduro, que confirmou sua localização exata no momento do ataque.

 

O Comando da Operação Resolução Absoluta

Sendo assim, o aval final para o início da ofensiva partiu diretamente da Casa Branca. Dessa maneira, o presidente Donald Trump assinou a autorização às 22h46 de sexta-feira (2 de janeiro), seguindo as recomendações do general Dan Caine. Todavia, os estrategistas aguardaram as condições meteorológicas ideais para garantir a precisão dos bombardeios aéreos que abriram caminho para as tropas de elite.

Além disso, a operação utilizou tecnologias avançadas de interferência para neutralizar os sistemas de defesa antiaérea venezuelanos. Afinal, o objetivo era capturar o alvo vivo para que ele pudesse responder judicialmente em Nova York. Por conseguinte, a rapidez da Força Delta impediu qualquer tentativa de fuga ou reação organizada por parte da guarda presidencial remanescente.

Trump acompanhou o ataque em tempo real de sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida. Após o fim da ação, afirmou à Fox News: “Já fiz algumas operações muito boas, mas nunca vi nada parecido com isso”. Texto de Guilherme Arandas, do Diário do Centro do Mudo-DCM.

 

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