O ex-presidente Jair Bolsonaro foi internado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital DF Star nesta sexta-feira (13/3).
A equipe médica diagnosticou um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. O Samu socorreu o ex-mandatário na Papudinha, onde ele cumpre pena de 27 anos e 3 meses.
Dessa forma, o atendimento emergencial ocorreu após o paciente apresentar febre alta e queda na saturação de oxigênio.
Boletim médico e tratamento
O boletim médico confirmou o diagnóstico através de exames de imagem e laboratoriais detalhados. Segundo a nota oficial, o tratamento atual inclui antibioticoterapia venosa e suporte clínico não invasivo.
Portanto, o ex-presidente permanece sob vigilância constante da equipe composta por cardiologistas e intensivistas. O quadro exige monitoramento rigoroso devido à quantidade de líquido identificada nos pulmões.
Decisão do STF e segurança
Além disso, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou a presença de Michelle Bolsonaro como acompanhante no hospital. Nessa linha, o magistrado também permitiu que os filhos e a enteada visitem o ex-presidente durante a internação.
O Núcleo de Custódia da Polícia Militar deve providenciar vigilância 24 horas na unidade de saúde. Ademais, o ministro proibiu a entrada de celulares ou dispositivos eletrônicos no quarto, garantindo o isolamento comunicativo do detido.
Por outro lado, o senador Flávio Bolsonaro manifestou preocupação com o estado de saúde do pai após a visita.
O parlamentar criticou as condições de encarceramento na Papuda e alegou que o ambiente agrava as patologias de Jair Bolsonaro. Assim sendo, a defesa deve pleitear a prisão domiciliar humanitária para viabilizar cuidados permanentes.
O senador sustenta que o ambiente prisional impede o tratamento médico adequado. Logo, a Justiça analisará os pedidos de flexibilização da pena com base nos novos laudos hospitalares. Fonte: Agência Brasil








