O posicionamento de líderes globais sobre a crise na Venezuela reafirma a divisão diplomática causada pela Operação Resolução Absoluta. Dessa forma, um bloco liderado pelo Brasil divulgou um comunicado conjunto neste domingo (4 de janeiro de 2026) para condenar a ação unilateral dos Estados Unidos. Nesse sentido, o grupo manifestou profundo repúdio ao uso da força e à violação da soberania venezuelana pelo governo de Donald Trump.
O Comunicado Conjunto de Repúdio
Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai assinaram o documento que classifica o ataque como um “precedente extremamente perigoso”. Com efeito, os países signatários baseiam suas críticas na Carta das Nações Unidas. Portanto, os principais argumentos apresentados foram:
Direito Internacional: As nações reafirmam a proibição do uso da força e o respeito à integridade territorial.
Solução Pacífica: O grupo defende que a crise deve ser resolvida exclusivamente por meio do diálogo entre os próprios venezuelanos.
Recursos Naturais: A nota expressa preocupação com a possível “apropriação externa” das reservas de petróleo da Venezuela.
Papel da ONU: Os países pedem a intervenção do secretário-geral António Guterres para reduzir as tensões na região.
Reações Internacionais e Conflitos de Visão
Sendo assim, a comunidade internacional reage de forma polarizada à captura de Nicolás Maduro. Dessa maneira, enquanto o bloco liderado pelo Brasil pede moderação, outros líderes celebram a queda do regime chavista. Todavia, o anúncio de Trump de que os EUA assumirão a administração provisória da Venezuela aumentou o alerta diplomático. Fonte: Agência Brasil.







