Em visita ao Mercado São Sebastião na manhã deste sábado (13/6), o pré-candidato ao Governo, Ciro Gomes (PSD), subiu o tom das críticas contra a gestão do governador Elmano de Freitas.
O político caminhou entre feirantes e apoiadores durante a atividade na capital.
Com efeito, o pré-candidato criticou a falta de um projeto para a segurança pública e a atual situação da economia local.
Além disso, ele atacou o cenário político do estado. O político classificou a atual conjuntura como maquiada por estatísticas falsas.
Contestação dos dados de segurança pública
Ao responder sobre a redução nos índices de homicídios no Ceará, Ciro Gomes (PSD) contestou a comemoração governamental.
Segundo ele, a trégua na violência não reflete a eficiência das forças do Estado, mas sim a dinâmica do crime organizado.
O pré-candidato afirmou que o governador Elmano de Freitas comemora uma paz fictícia.
Ele apontou que facções criminosas como o Comando Vermelho determinaram essa trégua para influenciar as eleições.
O Ceará viveria hoje uma ‘paz de terror’ e não uma segurança construída por ações do governo. Por outro lado, o político assegurou mudanças drásticas no setor caso vença o pleito.
As forças policiais darão prioridade total à ostensividade logo no primeiro dia. Os agentes focarão, assim, nos grandes aglomerados urbanos, áreas de comércio e mercados públicos.
Diagnóstico da economia e custo de vida em Fortaleza
O pré-candidato apresentou um diagnóstico severo sobre a economia cearense e nacional.
Ciro Gomes (PSD) criticou novamente a suposta maquiagem de dados oficiais e apontou a vulnerabilidade do trabalhador.
De acordo com a sua análise, metade da força de trabalho do Brasil está fora do mercado formal. Esse cenário engloba, portanto, a informalidade, o desalento e o desemprego aberto com baixa produtividade.
O político destacou o aumento desproporcional no custo de vida local. Em suma, o pré-candidato alertou que a cesta básica de Fortaleza subiu mais do que todas as outras do País.
Ele atribuiu esse aumento à dependência econômica e à pesada carga tributária agravada no Ceará.






