A Praça do Ferreira recebeu a abertura oficial do Ciclo Carnavalesco 2026 na noite de sexta-feira (16 de janeiro). De fato, a festa reuniu um público animado de aproximadamente 22 mil pessoas no coração da cidade. Ao som de Theresa Rachel, Mais Melanina e Fundo de Quintal, o evento marcou o início da folia. Posteriormente, a programação seguiu com shows no Aterrinho da Praia de Iracema e na Barra do Ceará.
Com o slogan “Na Batida dos 300”, o ciclo celebra os 300 anos da capital cearense. Nesta edição, a Prefeitura homenageia Macaúba do Bandolim, ícone com mais de 60 anos de carreira. O músico fortalezense é reconhecido nacionalmente como um dos grandes virtuoses do instrumento. Assim, Macaúba permanece como referência na consolidação do chorinho e da música popular no Ceará.
Destaques da primeira noite de folia
A cantora Theresa Rachel abriu os trabalhos da noite com o projeto Samba da Theresa. Durante a apresentação, a artista convidou a população para aproveitar a programação caprichada da cidade. Em seguida, o grupo Mais Melanina subiu ao palco com uma mistura vibrante de samba e outros ritmos. Por fim, a banda Fundo de Quintal encerrou a noite com um show repleto de sucessos históricos.
No sábado (17 de janeiro), o tradicional cortejo de baterias ocupou a Avenida Beira-Mar. Grupos como Unidos da Cachorra e Camaleões do Vila arrastaram multidões até o Aterrinho da Praia de Iracema. Lá, o público conferiu apresentações de Dudu Nobre e do DJ Kaká de Paula. Dessa forma, a noite garantiu uma conexão intensa entre os artistas e os foliões presentes.
Simultaneamente, o Marco Zero, na Barra do Ceará, também ganhou destaque nas festividades. A DJ Lolost, a banda Pimenta Malagueta e a Banda Eva animaram o litoral oeste da cidade. Essa iniciativa fortalece, sobretudo, a proposta de descentralização da folia em Fortaleza. Assim sendo, o clima de Carnaval ocupou diferentes territórios da capital de forma democrática.
Blocos de rua ocupam os bairros
Além dos palcos fixos, blocos independentes seguem ocupando diversos bairros de Fortaleza. Agremiações levam música e alegria para áreas como Aldeota, Maraponga e Granja Lisboa. Vale destacar que a Secultfor selecionou esses grupos por meio de edital público. Consequentemente, o apoio oficial mantém viva a tradição carnavalesca nos territórios periféricos. Fonte: PMFor.







