Decisão judicial sobre saúde de Bolsonaro na prisão
O ministro Alexandre de Moraes negou a transferência imediata de Jair Bolsonaro para um hospital após um acidente na cela. Nesse sentido, o magistrado baseou sua decisão no laudo clínico elaborado pela equipe médica da Polícia Federal. Dessa maneira, o relatório oficial indicou apenas ferimentos leves e a necessidade de observação contínua nas dependências da PF.
Com efeito, o ministro escreveu que não existe urgência médica que justifique a remoção do ex-presidente para uma unidade externa. Inclusive, Moraes determinou que a defesa indique quais exames específicos são necessários para avaliar a viabilidade técnica no sistema penitenciário.
Relatos da família e incidente na cela
Simultaneamente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro relatou que o marido sofreu uma crise e caiu durante a última madrugada. Portanto, ela criticou a demora no atendimento inicial, que ocorreu apenas às nove horas da manhã desta terça-feira. Por conseguinte, a esposa do ex-presidente afirmou que ele bateu a cabeça em um móvel e não recorda o tempo em que ficou desacordado.
Certamente, Michelle manifestou preocupação com possíveis danos neurológicos e pediu agilidade na realização de exames laboratoriais. Dessa forma, a família defende que a investigação clínica apenas nas dependências da polícia é insuficiente para um caso de trauma.
Avaliação médica e histórico recente
Em paralelo, o médico particular Cláudio Birolini diagnosticou o ex-presidente com um traumatismo cranioencefálico leve após avaliação presencial. Sendo assim, o especialista recomendou vigilância constante por vinte e quatro horas e a realização de exames de imagem específicos.
Afinal, o incidente ocorreu apenas seis dias depois de Bolsonaro receber alta hospitalar por conta de uma hérnia e crises de soluços. Logo, a defesa sustenta que a idade avançada e o histórico cirúrgico do custodiado agravam os riscos de qualquer queda. Por outro lado, a Polícia Federal afirma que o estado de saúde do ex-presidente permanece estável e sob controle. Fonte: Agência Brasil.







