A Polícia Federal deflagrou, cedo, na manhã desta terça-feira (16 de dezembro), a Operação Aracê – fase IV. O objetivo principal desta ação consiste, essencialmente, em combater o tráfico e o comércio ilegal de aves silvestres.
A ação mobilizou, ao todo, 54 policiais federais para o cumprimento de 3 mandados de prisão preventiva. Além disso, a operação cumpriu 19 mandados de busca e apreensão. Estes mandados foram cumpridos nos estados do Ceará, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal no Ceará. Adicionalmente, a operação contou com o apoio do IBAMA.

As investigações tiveram início, originalmente, após a prisão em flagrante de um investigado cearense. Isto ocorreu em 2023, pelo comércio ilegal de animais silvestres.
A análise de dados telefônicos e telemáticos revelou, por conseguinte, conversas sobre venda de aves. Essas conversas incluíam, inclusive, grupos voltados ao tráfico internacional. O esquema envolvia, ademais, transporte e armazenamento de espécies.
A ação desta terça-feira busca obter, primordialmente, provas. Isto visa a conclusão do inquérito policial e a interrupção de crimes ambientais. A operação contribui, dessa forma, para a proteção da fauna brasileira.
A repressão ao comércio ilegal de animais é essencial. Ela visa preservar a biodiversidade. Além disso, é fundamental para conter os impactos ambientais da exploração predatória de espécies nativas.
Os investigados poderão responder, finalmente, por diversos crimes. Estes incluem tráfico interestadual de animais silvestres, maus-tratos e associação criminosa. A lista abrange, também, receptação, falsificação de documentos e lavagem de dinheiro. (Fonte: Polícia Federal no Ceará).








