O prefeito Evandro Leitão e o governador Elmano de Freitas anunciaram ações cruciais. Eles fortalecerão a rede de saúde estadual e municipal nesta sexta-feira (14 de novembro). A medida garante o acolhimento humanizado dos pacientes. Estes pacientes foram transferidos do Hospital César Cals. O hospital sofreu um incêndio na subestação na última quinta-feira.
Ampliação do Atendimento Obstétrico
A partir de segunda-feira (17 de novembro), o Hospital da Mulher muda seu funcionamento. A unidade passará a ser um hospital de porta aberta. Ela receberá diretamente mulheres em trabalho de parto na emergência obstétrica.
Primeiramente, a capacidade de atendimento aumentará. Serão disponibilizados 60 novos leitos obstétricos. A entrega ocorrerá de forma gradual até 24 de novembro.
Esta expansão garantirá assistência segura e qualificada. As gestantes buscavam antes o Hospital César Cals. Entretanto, o César Cals ficará temporariamente fechado para obras.
O Hospital da Mulher dedica-se agora 100% ao atendimento feminino. Esta mudança efetiva um compromisso de campanha do prefeito Leitão. Consequentemente, novos pacientes homens não serão mais admitidos na unidade.
Os homens internados permanecerão lá. Eles ficarão até receberem alta.
Outra unidade municipal oferece leitos para esta demanda. O Gonzaguinha de Messejana acolhe até 40 mães.
Dessa forma, Fortaleza garante a continuidade da assistência. A cidade atenderá gestantes e puérperas. A reorganização amplia a rede e fortalece o cuidado humanizado.
Ação Imediata da Força-Tarefa
Na quinta-feira (13 de novembro), a Prefeitura mobilizou uma força-tarefa. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) liderou a ação. A SMS deu suporte ao Governo do Estado. O objetivo era garantir a transferência e o acolhimento.
As equipes da SMS atuaram de forma integrada. Eles organizaram o transporte, recepção e acompanhamento clínico. As equipes cuidaram de crianças e mulheres. Assim, elas asseguraram a total continuidade do cuidado.
No total, a rede municipal acolheu 72 pacientes.
21 pacientes foram para o Hospital da Mulher e da Criança (HMDZAN).
10 ficaram na Gonzaguinha da Barra do Ceará.
41 receberam acolhimento na Gonzaguinha de Messejana.
Fonte: PMFor.








