A princípio, a caminhada de 240 quilômetros liderada por Nikolas Ferreira terminou em cenário de pânico. Segundo o portal DCM, a queda de um raio feriu dezenas de pessoas.
Nesse sentido, o acidente expôs graves falhas na organização do evento político. Por conseguinte, as equipes de socorro atenderam 42 vítimas em estado estável e consciente.
Ademais, as ambulâncias levaram outras 30 pessoas para hospitais do Distrito Federal. Oito manifestantes apresentavam quadros graves de saúde.
Além disso, os médicos registraram queimaduras severas, torções e casos de hipertermia entre os presentes. Portanto, o esforço físico e o clima extremo agravaram a situação de dor dos participantes.
Negligência e alertas meteorológicos
Sob essa ótica, a tragédia não ocorreu por mero acaso. O Inmet emitiu um alerta laranja para tempestades severas desde a última sexta-feira. No entanto, a organização manteve o ato político em campo aberto.
Dessa maneira, o uso de estruturas metálicas e guindastes elevou o risco de descargas elétricas na multidão.
Simultaneamente, um raio percorreu o guindaste que sustentava uma bandeira no local. Infelizmente, a estrutura funcionou como um para-raios improvisado sobre os manifestantes.
Por fim, a descarga atingiu as pessoas que buscavam abrigo sob a chuva. Em suma, a negligência organizacional ignorou alertas básicos de segurança e da ciência meteorológica Fonte: DCM.







