O governador Elmano de Freitas e prefeitos de 181 municípios assinaram a adesão ao Garantia Safra 2025/2026 nesta terça-feira, 3 de fevereiro. Durante a solenidade na Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA), o chefe do Executivo Estadual reafirmou o compromisso com as famílias do campo. Atualmente, o programa funciona como um seguro vital para regiões que enfrentam escassez hídrica. Consequentemente, o estado assegura uma rede de proteção financeira para quem vive da agricultura familiar.
Nesse sentido, o investimento total ultrapassa os R$ 141 milhões. De fato, o programa beneficia diretamente mais de 195 mil agricultores cearenses em caso de perda da colheita por seca ou excesso de chuva. Portanto, a iniciativa garante que o trabalhador rural mantenha uma renda mínima mesmo diante de previsões climáticas desfavoráveis. Somente Fortaleza, Eusébio e Guaramiranga ficaram de fora desta edição do ano agrícola.
Divisão de custos e benefícios
O programa opera através do Fundo Garantia Safra, que utiliza um sistema de cotas compartilhadas entre quatro frentes. Caso a perda da safra se confirme, cada agricultor recebe o valor de R$ 1.200. Confira como cada ente contribui para compor esse fundo:
Agricultor: Paga R$ 24 (2% do valor);
Município: Arca com R$ 72 por trabalhador (6%);
Estado: Investe R$ 144 por beneficiário (12%);
União: Destina R$ 480 por agricultor (40%).
De fato, essa união de esforços protege a economia dos pequenos municípios e evita o êxodo rural. Além disso, o cronograma já estabelece prazos importantes para os beneficiários. Segundo a superintendência, o governo publicará a primeira portaria com os municípios contemplados até o dia 18 de março. Assim, o Ceará fortalece a resiliência do povo sertanejo e promove a segurança alimentar no semiárido.

Além de garantir a segurança alimentar, o programa funciona como um incentivo direto para a ampliação das áreas de plantio no estado. Atualmente, a iniciativa reduz o êxodo rural e combate o empobrecimento das famílias sertanejas. Têm direito ao benefício os agricultores com renda mensal de até um salário-mínimo e meio. No entanto, o pagamento ocorre apenas quando o município registra perdas de produção iguais ou superiores a 50%.
Nesse sentido, o prefeito de Mulungu e representante da Aprece, Lucas Arruda, destacou a importância da parceria entre estado e municípios. Segundo o gestor, a agricultura familiar deixou de ser uma atividade de subsistência para se tornar uma engrenagem vital da economia cearense.
De fato, o orçamento público agora prioriza políticas que transformam a vida do cidadão no campo. Portanto, o programa reafirma o compromisso do governo em valorizar o trabalho rural e fortalecer o desenvolvimento local.
Dessa maneira, o Garantia Safra consolida-se como uma política de estado essencial para o semiárido. Assim, o Ceará protege o produtor contra as incertezas climáticas e garante a dignidade de quem coloca o alimento na mesa da população. Por fim, a assinatura deste ciclo marca um avanço na justiça social e na estabilidade financeira das comunidades rurais. Fonte: governo estadual








