O estado do Ceará registrou a primeira sangria de 2026 neste domingo (8/2). O Açude Curral Velho, localizado em Morada Nova, foi o primeiro reservatório a ultrapassar sua capacidade máxima de 12,1 milhões de metros cúbicos.
Atualmente, o fenômeno é resultado direto das chuvas consistentes que atingiram a região nas últimas semanas, sinalizando um início promissor para o ciclo hídrico estadual.
Nesse sentido, o excedente hídrico percorre um trajeto de aproximadamente 35 quilômetros até desaguar no Rio Jaguaribe. De fato, esse fluxo beneficia diversas comunidades ao longo do Vale do Jaguaribe, especialmente na região do Baixo Jaguaribe.
Consequentemente, a sangria não apenas garante a segurança hídrica local, mas também revitaliza o ecossistema fluvial da bacia. Portanto, o Curral Velho torna-se o marco inicial de um monitoramento que abrange todo o território cearense.
Monitoramento estratégico e transparência
A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) monitora diariamente o Curral Velho e outros 143 reservatórios estratégicos. Segundo a companhia, o acompanhamento do comportamento hidrológico é fundamental para o planejamento do uso da água durante o ano. Assim, a Cogerh assegura que os dados de volume acumulado estejam disponíveis para consulta pública.
Dessa maneira, a população e os produtores rurais podem acompanhar o status de cada bacia em tempo real. De fato, o portal hidrológico da Cogerh permanece como a principal ferramenta de transparência para a gestão hídrica estadual.
Com o início das sangrias, a expectativa volta-se para os grandes reservatórios do estado. Por fim, as autoridades recomendam que as comunidades ribeirinhas mantenham a atenção ao aumento do nível das águas nos leitos dos rios. Fonte: Cogerh.




