O entreposto da Ceasa em Maracanaú já está recebendo os primeiros carregamentos da nova safra do caju, fruta símbolo da cultura e da economia cearense.
Conhecido por seu sabor marcante e versatilidade, o caju chega fresquinho direto dos produtores para os boxes da central de abastecimento, garantindo qualidade e preços mais competitivos para o consumidor.
Além de movimentar a economia e gerar renda para centenas de agricultores, a safra do caju traz benefícios diretos para a saúde. Rico em vitamina C — cinco vezes mais que a laranja — o caju fortalece o sistema imunológico, auxilia na cicatrização e combate os radicais livres.
A fruta também é fonte de ferro, cálcio e fibras, ajudando na prevenção da anemia, na saúde óssea e no bom funcionamento do intestino.Consumido in natura, em sucos, doces, geleias ou até como ingrediente de pratos salgados, o caju é um aliado da alimentação saudável e equilibrada.
Com a safra no auge, a Ceasa reforça seu papel como ponte entre o campo e a mesa, oferecendo aos cearenses produtos frescos, nutritivos e de origem local. informações do Odálio Girão, analista de mercado da Ceasa-CE
O Ceará é o maior produtor de caju do Brasil e exporta a fruta e a castanha para vários países da América Latina, América do Norte, América Central e União Europeia, segundo o analista de mercado da Ceasa-CE, Odálio Girão.. Entre eles estão os Estados Unidos, Argentina, Canadá, México, Bélgica, Alemanha, Itália e China.
Além do Ceará ser campeão nacional de produção de caju e também da castanha, o estado produz subprodutos como o doce, a compota, o farelo de caju e a paçoca do fruto do caju, completou o analista.
O Ceará é o líder na produção, seguido do Piauí, Rio Grande do Norte que também são grandes produtores de caju, colocando o Brasil em segundo lugar, ficando atrás apenas da Índia, que é maior produtor mundial da castanha de caju.
A produção do Ceará até julho de 2024 chegou a 298 milhões de toneladas, segundo dados do IBGE, destacando-se os estados do Ceará, Rio Grande do Norte e do Piauí. A safra esperada para 2025 fica no mesmo patamar do ano passado.






