domingo, 19 de julho de 2026

Lula inicia tratamento de radioterapia após retirada de lesão no couro cabeludo

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil.
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil.

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou, nesta segunda-feira (25/5), um tratamento de radioterapia no couro cabeludo.

O Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, sedia o procedimento, o qual a equipe médica indicou após retirar cirurgicamente uma lesão cutânea no dia 24 de abril.

Com o objetivo de garantir a eficácia do processo, os médicos planejaram 15 sessões distribuídas ao longo das próximas três semanas.

De acordo com a nota oficial divulgada pelo hospital e pela assessoria do Palácio do Planalto, o presidente seguirá com sua agenda de trabalho diária normal e sem restrições de mobilidade.

Isso acontece porque as sessões de radioterapia são rápidas, com duração estimada de apenas dois minutos cada.

Portanto, a rotina institucional não sofrerá impactos. Inclusive, o mandatário manteve seus compromissos oficiais logo após o procedimento matinal, o que incluiu um encontro formal com representantes diplomáticos de países africanos.

 

O diagnóstico e o histórico da cirurgia

A fim de consolidar o sucesso da cirurgia realizada em São Paulo — onde o presidente retirou um carcinoma basocelular na região da cabeça —, a intervenção radioterápica subsequente entra em cena.

Naquela ocasião, os médicos informaram que o procedimento transcorreu sem nenhuma intercorrência. Dessa forma, o chefe do Executivo recebeu alta hospitalar no mesmo dia para retornar às suas funções.

Os oncologistas classificam o carcinoma basocelular como o tipo mais frequente e comum de câncer de pele, o qual possui uma relação direta com o histórico de exposição acumulada aos raios solares ao longo da vida.

Da mesma forma, os especialistas esclarecem que esse tipo de tumor cresce de forma consideravelmente lenta.

Ele apresenta índices de cura que beiram a totalidade quando o diagnóstico e a remoção ocorrem em estágios iniciais, uma vez que raramente se espalha para outros órgãos do corpo.

No que diz respeito ao acompanhamento, os médicos Roberto Kalil Filho (cardiologista) e Ana Helena Germoglio (infectologista) lideram as equipes que mantêm a responsabilidade direta pelo monitoramento do quadro de saúde presidencial.

Por fim, o diretor de Governança Clínica do Sírio-Libanês, Rafael Gadia, e o diretor clínico da instituição, Volney Vilela, assinaram o boletim clínico atual que confirmou o início das aplicações, assegurando a estabilidade do paciente. Fonte: Agência Brasil. 

 

 

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