terça-feira, 21 de julho de 2026

Operação combate suspeitos de superfaturar contratos de limpeza pública em Pires Ferreira

A pedido do Ministério Público o agente público foi afastado do cargo por 180 dias - Foto: Divulgação/PMPF/Ascom.
A pedido do Ministério Público o agente público foi afastado do cargo por 180 dias - Foto: Divulgação/PMPF/Ascom.

 

O Ministério Público do Ceará (MPCE) deflagrou a Operação Continuum II na manhã desta terça-feira, 3 de fevereiro. Primeiramente, a ação investiga um suposto superfaturamento e a não execução de contratos de limpeza pública na Prefeitura de Pires Ferreira. Atualmente, os investigadores focam em desvios que podem somar mais de R$ 13 milhões entre 2012 e 2023. Consequentemente, a justiça determinou o afastamento de um agente público do cargo por 180 dias.

Nesse sentido, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em seis cidades, Fortaleza, Groaíras, Pires Ferreira, Reriutaba, Sobral e Ipu . De fato, as buscas ocorreram nas residências de sócios de empresas, de um engenheiro civil e de agentes públicos. Além disso, seis alvos da operação já haviam sido presos temporariamente na semana passada. Portanto, o MPCE busca reunir provas robustas para confirmar os crimes de peculato, falsidade ideológica e associação criminosa.

Detalhes dos contratos investigados

De acordo com a Promotoria de Justiça, os contratos sob suspeita atingem o valor exato de R$ 13.066.033,80. Primeiramente, a investigação aponta que o serviço de limpeza pública era pago, mas muitas vezes não era realizado conforme o contrato. Atualmente, o 5º Núcleo Regional de Custódia de Sobral autoriza os procedimentos, com apoio das Polícias Civil e Militar. Assim, o material apreendido — incluindo documentos e eletrônicos — passará por perícia técnica.

Por fim, os promotores de justiça de comarcas vizinhas colaboram para acelerar o processo de análise das evidências. Dessa maneira, a Operação Continuum II reafirma o rigor na fiscalização do uso dos recursos municipais. De fato, a manutenção de serviços essenciais não pode servir como fachada para enriquecimento ilícito de grupos privados ou públicos. Assim, o Ceará avança na proteção do patrimônio público e na transparência administrativa. Fonte: MPCE

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