Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia votaram por manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim, a decisão foi unânime. Atualmente, ele está encarcerado em uma sala da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. De fato, sua prisão ocorreu desde sábado (22 de novembro).
O julgamento começou às 8h desta segunda-feira (24 de novembro). Ele ocorreu em sessão virtual extraordinária na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).
Motivação da Prisão e Confissão
Bolsonaro foi preso na manhã de sábado. Isso aconteceu após ele tentar violar sua tornozeleira eletrônica. Para tal, ele usou um ferro de solda. Em seguida, em audiência de custódia, o ex-presidente confessou o ato. Ele alegou “paranoia” causada por medicamentos.
Argumento Central de Alexandre de Moraes
Na decisão, o ministro Moraes determinou a prisão preventiva. Ele também citou uma vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro. O filho do ex-presidente organizou a manifestação de apoiadores em frente ao condomínio. Bolsonaro cumpria prisão domiciliar no local.
“A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica”, escreveu o ministro. O objetivo seria “garantir êxito em sua fuga”. Moraes, além disso, destacou que a fuga seria “facilitada pela confusão” causada pela manifestação. Por fim, ele decretou a prisão preventiva para “garantir a aplicação da lei penal”. Fonte: Agência Brasil.







