As universidades federais do Nordeste respondem por 15% dos pedidos de patentes em biotecnologia no Brasil.
A Sudene lançou um painel inédito sobre o tema na plataforma Data Nordeste. Além disso, o estudo mapeia cadeias produtivas e identifica oportunidades estratégicas para a região.
A bioeconomia utiliza recursos renováveis aliados à inovação tecnológica constante. Portanto, esse modelo econômico sustentável reduz a dependência de combustíveis fósseis.
As instituições de ensino superior lideram o ranking de produção científica regional. Logo, a Universidade Federal de Pernambuco soma 167 pedidos de patentes atualmente.
A Universidade Federal da Paraíba ocupa a segunda posição com 156 registros. A Universidade Federal do Ceará também se destaca com 111 pedidos oficiais. Assim, o ecossistema de inovação nordestino fortalece a preservação ambiental no país.
Potencial econômico e sustentabilidade
A região reúne biomas ricos com alto potencial de retorno financeiro. Por exemplo, o Maranhão utiliza o babaçu na produção de bioplásticos e fármacos. Igualmente, o Rio Grande do Norte extrai quitosana das cascas de camarão para fins médicos.
A bioeconomia consolida-se como eixo estruturante de políticas públicas nacionais. Dessa maneira, a coordenadora Ludmilla Calado destaca a integração entre sustentabilidade e desenvolvimento.
A Sudene investe em pesquisa através da Rede Impacta Bioeconomia em 2024. Afinal, o projeto valoriza produtos derivados de umbu e maracujá-da-caatinga no semiárido.
Embora os desafios persistam, o Plano Regional de Desenvolvimento reforça o compromisso com o crescimento. Logo, a plataforma Data Nordeste garante transparência e acessibilidade aos dados regionais.
O investimento em ciência transforma recursos naturais em soluções eficientes para a sociedade.








