O Índice de Preços da Ceasa Ceará (IPCE) registrou alta de 14,41% no acumulado anual. Nesse sentido, todos os setores analisados apresentaram aumento nos custos entre 2025 e 2026.
Além disso, o segmento de Folha, Flor e Haste liderou as elevações com 38,57%. Dessa forma, o consumidor cearense enfrenta preços mais altos na maioria dos alimentos frescos.
A Cesta Básica foi o único setor com variação reduzida de 3,05%. O setor de Frutas apresentou a menor alta mensal no último período. Logo, o abacate e o mamão Hawai registraram quedas expressivas nos boxes da Ceasa.
O consumidor encontra boas oportunidades de economia nessas escolhas específicas. Contudo, o preço do caju disparou quase 80% devido à entressafra atual.
Assim, fatores sazonais impactam diretamente o orçamento das famílias no estado.
Impactos na cesta básica e raízes
O setor de Raiz, Bulbo e Rizoma sofreu o maior aumento mensal recentemente. De fato, a batata inglesa e a cenoura impulsionaram essa subida de 35,03%.
A Cesta Básica teve alta de 16,98% entre fevereiro e março deste ano. Nesse contexto, a carne suína e o ovo lideraram as altas no período.
O encarecimento da ração animal elevou o custo final para o mercado. Afinal, o analista Odálio Girão explica que a oferta reduzida pressiona os valores de venda.
Os custos logísticos elevados encarecem a distribuição de batata e cebola. Certamente, a demanda aquecida por proteínas também influencia os preços das carnes e do leite.
Embora alguns itens como o arroz tenham caído, o cenário geral exige cautela. Por fim, o monitoramento constante da Ceasa auxilia o planejamento dos compradores e comerciantes.







