domingo, 19 de julho de 2026

59,07% da população do Ceará integra as classes A, B e C, aponta estudo 

De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR
De acordo com estudo da FGV, renda gerada pelo trabalho impulsionou a mudança das classes sociais. Foto: Estevam Costa/PR

 

O Ceará registrou, primeiramente, um aumento de 7,22 pontos percentuais nas classes A, B e C. Este avanço ocorreu, especificamente, entre os anos de 2022 e 2024. A população nessas faixas saltou, então, de 51,85% para 59,07% no estado. A Fundação Getulio Vargas (FGV) forneceu, portanto, esses dados estatísticos.

Mobilidade social e políticas públicas

O ministro Wellington Dias afirmou, de fato, que os dados confirmam a eficácia das ações sociais. Ele observou, notavelmente, que muitos beneficiários do Bolsa Família migraram para a classe média. O programa abre, inclusive, portas essenciais para a educação e o trabalho. A iniciativa estimula, também, o empreendedorismo entre a população de baixa renda.

A pesquisa aponta, ademais, que o rendimento do trabalho impulsionou essa alta. Políticas como o BPC e o acesso ao crédito ajudaram, igualmente, nesse processo de ascensão. A integração desses programas fortalece, consequentemente, a economia de todas as regiões cearenses.

Cenário nacional e superação da pobreza

O estudo da FGV indica, atualmente, que 17,4 milhões de brasileiros saíram da pobreza. Este contingente passou a integrar, assim, as classes de maior renda no país. O movimento gerou, certamente, um aumento nacional de 8,44 pontos percentuais no período. Wellington Dias explicou, por fim, que o foco reside na transformação social duradoura. O Brasil vive, inevitavelmente, um momento de recuperação do poder de compra das famílias. Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *