Exames clínicos realizados neste domingo (15/3) indicaram uma melhora na função renal do ex-presidente Jair Bolsonaro. O paciente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Brasília.
Nesse sentido, os médicos detectaram uma elevação dos marcadores inflamatórios no sangue nas últimas horas. A equipe decidiu ampliar a dosagem de antibióticos para conter a infecção pulmonar.
Tratamento e estabilidade
O ex-presidente trata uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa desde a última sexta-feira (13/3). Segundo o boletim médico, o quadro clínico atual é considerado estável, embora ainda não exista previsão de alta da UTI.
Inclusive, os profissionais intensificaram as sessões de fisioterapia respiratória e motora para auxiliar na recuperação. Portanto, o suporte clínico busca estabilizar a saturação de oxigênio e controlar os picos febris.
Vale ressaltar que Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses no Complexo Penitenciário da Papuda por tentativa de golpe de Estado.
O resgate pelo Samu ocorreu após o detetado apresentar sudorese, calafrios e febre alta na cela.
O boletim médico é assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; o coordenador da UTI Geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
Protocolos de segurança e visitação
O ministro Alexandre de Moraes (STF) estabeleceu regras rígidas para o período de internação. Moraes também autorizou os filhos Jair Renan, Flávio, Carlos, Laura, bem como a enteada, Letícia, a visitarem Jair Bolsonaro durante a internação.
Contudo, a vigilância policial permanece ativa 24 horas por dia, com agentes posicionados dentro e fora da unidade hospitalar. Assim sendo, o Núcleo de Custódia da PMDF garante a manutenção da custódia do ex-mandatário.
Por fim, a decisão judicial proíbe terminantemente o uso de celulares, computadores ou quaisquer dispositivos eletrônicos no quarto. Afinal, o objetivo é impedir comunicações externas não autorizadas durante o tratamento médico
Logo, apenas equipamentos essenciais à saúde do paciente possuem entrada permitida na UTI. Assim, o processo de recuperação segue sob rigoroso controle jurídico e policial, aguardando a redução dos índices inflamatórios. Fonte: Agência Brasil







