Primordialmente, o secretário do Turismo do Ceará, Eduardo Bismarck, apresentou, nesta terça-feira (20), as projeções econômicas vinculadas à nova rota aérea entre Fortaleza e Madrid. Nesse sentido, o governo estima que a operação movimentará cerca de 38 mil turistas por ano, injetando R$ 144,5 milhões na receita direta do Estado.
Além disso, os dados da Setur indicam que o voo registrará uma média de 3.162 desembarques mensais, mantendo uma taxa de ocupação projetada em 85%. Consequentemente, cada visitante deve gastar, em média, R$ 5,4 mil, o que gera um impacto econômico mensal de aproximadamente R$ 12 milhões.
Por conseguinte, Eduardo Bismarck classificou a rota como um avanço estratégico fundamental para a conectividade internacional. Segundo ele, os resultados positivos derivam de um planejamento institucional rigoroso, que conta com o apoio direto do governador Elmano de Freitas.
Dessa forma, o governo consolida o turismo como um vetor essencial de desenvolvimento, visto que a nova conexão amplia o fluxo de estrangeiros e potencializa a geração de renda em solo cearense.
Expansão da malha e promoção internacional
No que tange à operação logística, a companhia aérea Iberia gerencia a rota com três frequências semanais iniciais. Contudo, a partir de 12 de abril, a empresa ampliará o serviço para cinco frequências semanais, aumentando significativamente a oferta de assentos ao longo de 2026.
Simultaneamente, o secretário cumpriu agenda na Espanha para realizar o Ceará Travel Show, visando apresentar as potencialidades do Estado ao mercado europeu. Dessa maneira, a ação reuniu agentes de viagem e operadores do trade turístico para reforçar o Ceará como um destino de elite.
Ademais, essa estratégia busca assegurar que o turismo continue contribuindo para a criação de empregos e o fortalecimento da economia. Portanto, a iniciativa integra uma política pública estruturante que foca na ampliação constante da malha aérea internacional.
Em resumo, o diálogo contínuo com as companhias aéreas e a promoção externa garantem que o Ceará mantenha seu posicionamento competitivo global. Assim sendo, o Estado se prepara para colher os frutos de uma conectividade cada vez mais robusta com mercados estratégicos.







